{"id":37471,"date":"2014-08-14T09:20:24","date_gmt":"2014-08-14T09:20:24","guid":{"rendered":"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/?p=37471"},"modified":"2014-08-13T13:20:10","modified_gmt":"2014-08-13T13:20:10","slug":"pioneiro-no-pais-campo-de-provas-da-gm-completa-40-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/pioneiro-no-pais-campo-de-provas-da-gm-completa-40-anos\/","title":{"rendered":"Pioneiro no pa\u00eds, campo de provas da GM completa 40 anos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/redirect_auto.php_.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-37472\" src=\"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/redirect_auto.php_-300x205.jpg\" alt=\"redirect_auto.php\" width=\"500\" height=\"343\" srcset=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/redirect_auto.php_-300x205.jpg 300w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/redirect_auto.php_-1024x702.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O Campo de Provas da Cruz Alta (CPCA) completa 40 anos em 2014 como o maior do hemisf\u00e9rio Sul e um dos mais modernos do mundo em sua categoria.<\/p>\n<p>Localizado na cidade de Indaiatuba (SP), em uma \u00e1rea equivalente a 160 mil campos de futebol, o complexo da General Motors conta com sete laborat\u00f3rios tecnol\u00f3gicos e 16 tipos de pistas de teste.<\/p>\n<p>O prop\u00f3sito de toda essa estrutura \u00e9 desenvolver e validar um ve\u00edculo para que ele resista \u00e0s mais variadas condi\u00e7\u00f5es de pavimento, clima e tr\u00e1fego que ir\u00e1 enfrentar ao longo de sua vida \u00fatil.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de auxiliar no desenvolvimento de projetos futuros, o campo de provas tamb\u00e9m \u00e9 de extrema import\u00e2ncia no aprimoramento constante de modelos em linha \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o no mercado.<\/p>\n<p>Isso ajuda a entender o porqu\u00ea, no Brasil, os carros da Chevrolet s\u00e3o reconhecidos pelo elevado n\u00edvel de robustez, conforto e seguran\u00e7a veicular.<\/p>\n<p>Ao todo, mais de 600 profissionais &#8211; entre mec\u00e2nicos, engenheiros e motoristas de teste, revezam-se dia e noite em testes laboratoriais e de pistas.<\/p>\n<p>\u201cEm seis meses conseguimos simular o desgaste que um autom\u00f3vel sofreria se rodasse por dez anos em condi\u00e7\u00f5es normais de tr\u00e2nsito\u201d, compara Luciano A. Santos, diretor do CPCA.<\/p>\n<p>Uma das etapas \u00e9 passar pelas pistas de durabilidade, que reproduzem o uso do ve\u00edculo em condi\u00e7\u00f5es severas. Para isso, possuem uma variedade de tipos de pavimento, como asfalto irregular, buracos, valetas e at\u00e9 paralelep\u00edpedos, possibilitando a an\u00e1lise dos resultados de deteriora\u00e7\u00e3o estrutural do ve\u00edculo e de seus componentes em tempo reduzido, para antecipar poss\u00edveis corre\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Um dos circuitos que mais despertam curiosidade \u00e9 a Pista Circular. Com 4,3 quil\u00f4metros de extens\u00e3o e uma inclina\u00e7\u00e3o que chega a 56 graus, ele simula uma reta infinita. A 160 km\/h, o carro contorna sem que o motorista precise girar o volante. Entre os testes feitos ali, est\u00e3o os de arrefecimento do motor, consumo de combust\u00edvel e velocidade m\u00e1xima.<\/p>\n<p>Mas antes de um carro novo chegar aos testes de rodagem, cada um dos seus componentes e sistemas precisa ser minuciosamente validado.<\/p>\n<p>Um dos laborat\u00f3rios pelo qual o item passa \u00e9 o de Testes Estruturais. L\u00e1, h\u00e1 rob\u00f4s que executam movimentos repetitivos para certificar, por exemplo, que o fecho do cinto de seguran\u00e7a e a trava da porta s\u00e3o capazes de funcionar por milhares de vezes, interruptamente.<\/p>\n<p>\u201cPara cada tipo de componente h\u00e1 um n\u00edvel padr\u00e3o de exig\u00eancia de durabilidade. O sistema de cap\u00f4 de um carro Chevrolet tem de funcionar ao menos 30 mil vezes\u201d, cita Marcelo Silva, gerente do laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>S\u00f3 depois que a pe\u00e7a \u00e9 completamente aprovada pode come\u00e7ar a ser produzida em s\u00e9rie. E caso haja qualquer mudan\u00e7a no material ou no desenho do item, por mais sutil que seja, o processo precisa ser repetido para garantir que n\u00e3o haver\u00e1 risco de falha.<\/p>\n<p><strong>Crash test<\/strong><\/p>\n<p>Por fim, um prot\u00f3tipo ainda precisa passar por testes de impacto. A GM certifica seus produtos para que ofere\u00e7am prote\u00e7\u00e3o aos ocupantes em colis\u00f5es dianteira, lateral, traseira e capotamento, al\u00e9m de prote\u00e7\u00e3o a pedestres.<\/p>\n<p>O Laborat\u00f3rio de Seguran\u00e7a Veicular tem capacidade de executar testes atendendo todos os padr\u00f5es internacionais de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Os ensaios de impacto s\u00e3o tripulados por bonecos especiais, conhecido como dummys. Pela complexidade tecnol\u00f3gica, alguns deles chegam a custar mais de US$ 500 mil (cerca de R$ 1,2 milh\u00e3o) e possuem sensores capazes de mensurar com precis\u00e3o a gravidade das les\u00f5es.<\/p>\n<p>Um autom\u00f3vel moderno tem, em m\u00e9dia, 4.000 pe\u00e7as e tudo precisa ser testado. Por isso que o \u2018per\u00edodo de gesta\u00e7\u00e3o\u2019 de um carro, desde o desenho at\u00e9 o lan\u00e7amento no mercado, dura de dois a tr\u00eas anos\u201d<\/p>\n<p>At\u00e9 mesmo uma simples reestiliza\u00e7\u00e3o na grade ou no para-choque do ve\u00edculo exige uma nova rodada de experimentos, pois \u00e9 preciso verificar se a mudan\u00e7a n\u00e3o influenciar\u00e1 negativamente a capta\u00e7\u00e3o ou o direcionamento do fluxo de ar que vai para o motor, o que resultaria em perda de desempenho e at\u00e9 maior n\u00edvel de ru\u00eddo.<\/p>\n<p>O segundo maior campos de provas da GM no mundo \u2013atr\u00e1s apenas do de Milford, nos Estados Unidos-, o CPCA tamb\u00e9m presta servi\u00e7os de testes a filiais internacionais e outras marcas da companhia, como a Cadillac.<\/p>\n<p>O centro ainda desenvolveu as vers\u00f5es tailandesa e australiana da Trailblazer e da S10, al\u00e9m dos modelos Spin e Cobalt que s\u00e3o produzidos na Indon\u00e9sia e no Uzbequist\u00e3o para o mercado russo.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> GM do Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Campo de Provas da Cruz Alta (CPCA) completa 40 anos em 2014 como o maior do hemisf\u00e9rio Sul e um dos mais modernos do mundo em sua categoria. 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