{"id":54207,"date":"2016-09-23T01:34:15","date_gmt":"2016-09-23T01:34:15","guid":{"rendered":"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/?p=54207"},"modified":"2016-09-23T13:28:24","modified_gmt":"2016-09-23T13:28:24","slug":"coluna-3916-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-3916-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/","title":{"rendered":"Coluna 3916 \u2013 \u201cDe carro por a\u00ed\u201d por Roberto Nasser"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Foto-Legenda-03-coluna-3916-Pur-Sang.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-54208\" src=\"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Foto-Legenda-03-coluna-3916-Pur-Sang-300x174.png\" alt=\"foto-legenda-03-coluna-3916-pur-sang\" width=\"635\" height=\"369\" srcset=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Foto-Legenda-03-coluna-3916-Pur-Sang-300x174.png 300w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Foto-Legenda-03-coluna-3916-Pur-Sang-70x40.png 70w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Foto-Legenda-03-coluna-3916-Pur-Sang.png 594w\" sizes=\"auto, (max-width: 635px) 100vw, 635px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Arrumando a casa. Novos Uno 1,0 e 1,3<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 novidade aos leitores da\u00a0<em>Coluna<\/em>. Os novos Uno foram por ela descritos tanto nas modifica\u00e7\u00f5es quanto na postura mercadol\u00f3gica, de portar novidades est\u00e9ticas, de composi\u00e7\u00e3o no conte\u00fado \u2013 chegando ao controle de tra\u00e7\u00e3o -, marcados por novos motores, o GSM publicitariamente ditos Firefly.<\/p>\n<p>Fiat tem problemas internos com leque de produtos sob o peso dos anos, supress\u00e3o de alguns, e as vendas do Mobi, expectativo de ser o mais vendido da marca, sem s\u00ea-lo. O Uno, mais vendido e agora visualmente mais careta, inicia processo de renova\u00e7\u00e3o com altera\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas, incremento ao conte\u00fado, e novos motores.<\/p>\n<p>Para entender, todas as marcas devem substituir motores em fun\u00e7\u00e3o das novas regras europeias e norte americanas de consumo e emiss\u00f5es. Sua mescla permeia ao Brasil e a globaliza\u00e7\u00e3o exibe padr\u00e3o. Assim, os GSM s\u00e3o os Fire dos atuais dias, e sobre ele, com expans\u00e3o de cilindrada, aposi\u00e7\u00e3o de um turbo ou dois -, ser\u00e1 unidade de for\u00e7a da maioria dos Fiat nacionais nas pr\u00f3ximas duas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Uma olhada percebe liberdade conceitual. Desde as folgas m\u00ednimas internas nos motores concedendo utilizar \u00f3leo lubrificante 0W20, o uso de corrente sem manuten\u00e7\u00e3o acionando o comando de v\u00e1lvulas; sua capacidade de atras\u00e1-lo em at\u00e9 50 graus quando a velocidade est\u00e1 estabilizada; bombas de \u00f3leo e \u00e1gua funcionando sob demanda; alternador sem operar quando a bateria est\u00e1 carregada; sistema stop\/start; bielas longas.<\/p>\n<p>V\u00ea-se, mudou o objetivo. N\u00e3o se persegue pot\u00eancia mas torque, dado verdadeiramente influente em 90% do uso do autom\u00f3vel.<\/p>\n<p>Motores com bloco e cabe\u00e7ote em alum\u00ednio e duas v\u00e1lvulas por cilindro para aumentar torque em baixas rota\u00e7\u00f5es e reduzir custo de produ\u00e7\u00e3o. Fam\u00edlia \u00e9 modular, as pe\u00e7as internas \u2013 bielas, pist\u00f5es, pinos, an\u00e9is, v\u00e1lvulas\u00a0<em>et coetera<\/em>, s\u00e3o iguais, e o motor de quatro cilindros 1,3 \u00e9 um tr\u00eas 1,0 com um ter\u00e7o a mais. Dire\u00e7\u00e3o el\u00e9trica para economizar combust\u00edvel. No conjunto, o motor 1,0 faz 10,4 ou 10,9 m.kgf de torque com gas\u00e1cool ou \u00e1lcool, maior dentre os 1.0 dispon\u00edveis no Brasil. N\u00e3o buscando potencia, esta ficou entre 72 a 77 cv com os dois combust\u00edveis.<\/p>\n<p>1,3 gerando 13,7 a 14,2 m.kgf de torque e potencia de 101 a 107 cv.<\/p>\n<p>Pesando pouco mais de uma tonelada, a f\u00f3rmula promete bons resultados din\u00e2micos em capacidade de acelerar.<\/p>\n<p>Pre\u00e7os entre R$ 42.970 e R$ 53.690 para o 1,3 com transmiss\u00e3o automatizada Dualogic. Considerando o Mobi inicial oferecido a R$ 29.900 ve-se, a Fiat criou espa\u00e7o para separar os produtos por aplica\u00e7\u00e3o e conte\u00fado. O Mobi mant\u00e9m o motor Fire em \u00faltima gera\u00e7\u00e3o de quatro cilindros, fim do ciclo.<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><strong>Sem incentivos, mas com projetos<\/strong><\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 50 anos de opera\u00e7\u00e3o, a atividade de fazer ve\u00edculos a cada crise juntava seus agentes e aplicava f\u00f3rmula desequilibrada. Empregados e empregadores iam ao governo e pediam solu\u00e7\u00f5es para impedir demiss\u00f5es. Como a maioria dos governos n\u00e3o tem projetos, n\u00e3o utiliza a atividade alheia para alicer\u00e7ar seu crescimento, resolvia de maneira pr\u00e1tica: reduzia impostos. A op\u00e7\u00e3o satisfazia tr\u00eas partes e era confort\u00e1vel, pois jogava nas costas de um quarto participante, o contribuinte, sem consult\u00e1-lo sobre a redu\u00e7\u00e3o da arrecada\u00e7\u00e3o em nome de favorecer um segmento \u2013 e desfavorecer os outros.<\/p>\n<p>Nunca se saber\u00e1, efetivamente, a verdade da f\u00f3rmula e dos n\u00fameros apresentados. Era mais elaborada quando de sua primeira edi\u00e7\u00e3o, em 1965. Ao tempo, ao governo militar foi apresentada a primeira queda de vendas nos quase 10 anos de ind\u00fastria nacional. Revendedores deram a sugest\u00e3o, e governo complementou. Deu no Carro Econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>A f\u00f3rmula se repetiu sem o componente de car\u00e1ter popular, no governo Itamar Franco e os carros 1.0. Os Econ\u00f4micos eram desequipados,\u00a0<em>pelado<\/em>s, desconto de 75% nos 25% do IVC, o imposto de ent\u00e3o, e financiados em 90% pela Caixa Econ\u00f4mica Federal. Nos 1.0 IPI quase a Zero %. Ambos re engataram vendas.<\/p>\n<p>As solu\u00e7\u00f5es mais recentes s\u00e3o superficiais, apenas reduzindo o IPI de algumas faixas de cilindrada do motor.<\/p>\n<p>Agora, com queda monumental, a f\u00f3rmula estressada n\u00e3o d\u00e1 mais resultado. Phillip Schiemer, 52, presidente da Mercedes-Benz, o fabricante mais tradicional do pa\u00eds e quem anota 60% de queda de vendas 60% e as maiores dificuldades para reduzir o pessoal ocioso, foi o primeiro a dar o recado nas P\u00e1ginas Amarelas da revista Veja:\u00a0<em>Subs\u00eddio \u00e9 um modelo falido e com ele a ind\u00fastria brasileira poder\u00e1 sumir.<\/em><\/p>\n<p>Empresas pensam em d\u00e9cadas, governos apenas na pr\u00f3xima elei\u00e7\u00e3o, a cada 2 anos. Empresas tem que vender e fazer lucros para pagar contas ao final do m\u00eas. Governo nem sempre paga as d\u00edvidas, emite precat\u00f3rios, vende t\u00edtulos, e rola as contas para os pr\u00f3ximos. Ind\u00fastrias s\u00e3o tocadas por executivos treinados por d\u00e9cadas. Ao interlocutor oficial n\u00e3o h\u00e1 exig\u00eancias de preparo. Listados alguns recentes titulares do Minist\u00e9rio que mais troca de nome na Esplanada, ser\u00e3o lembrados como ativos apenas Luiz Fernando Furlan e Armando Monteiro. Os demais, sem conhecimento, viv\u00eancia ou respeitabilidade, n\u00e3o se impuseram.<\/p>\n<p>Antonio Megale, presidente da Anfavea, associa\u00e7\u00e3o das montadoras, entrou na mesma trilha com objetividade de engenheiro: para ele\u00a0<em>ind\u00fastria quer projeto para saber para onde e como vai o pa\u00eds.<\/em>\u00a0Stephen Ketter, brasileiro, apesar do nome, presidente da FCA, gerindo queda da lideran\u00e7a para terceiro lugar em vendas, autor da mais moderna das f\u00e1bricas nacionais, endossa a tese.<\/p>\n<p>Agora resta ao governo mostrar o caminho. Talvez ocorra. Marcos Pereita, bispo, ministro do Desenvolvimento, de quem os ajustes pol\u00edticos caparam o com\u00e9rcio exterior, n\u00e3o foi aos EUA vender esperan\u00e7as e projetos. Ter\u00e1 tempo para fazer o dever de casa.<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p><strong>Surpresa, Picape Mercedes no Sal\u00e3o de Paris<\/strong><\/p>\n<p>Mercedes-Benz em corrida para mostrar no Sal\u00e3o de Paris, final do m\u00eas, picape a ser produzido na Argentina, sobre base do Nissan Navara &#8211;\u00a0<em>foi antecipado mundialmente pela Coluna.<\/em><\/p>\n<p>Morfologia conhecida, chassi por longarinas e travessas, cabine dupla, tra\u00e7\u00e3o nas 4 rodas, transmiss\u00e3o autom\u00e1tica de 9 marchas e, para o mercado brasileiro, um dos bons clientes, motor diesel de sua produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fase de defini\u00e7\u00e3o, nome oscila entre GL-T Class e X-Class. Pelo ins\u00f3lito, produto surpreendeu quando anunciado, mas o conceito depurou e a MB dos EUA agora quer produzi-lo, onde picape \u00e9 o carro mais vendido. Vendas demoram \u2013 agosto de 2017. Motores a gasolina, diesel, e vers\u00e3o h\u00edbrida, caminho natural destes tempos. Quer ter uma no\u00e7\u00e3o? Enfeite e equipe um Amarok.<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p><strong>Roda-a-Roda<\/strong><\/p>\n<p><strong>Tecnologia<\/strong>\u00a0\u2013 Ganhos tecnol\u00f3gicos em projeto, desenvolvimento e constru\u00e7\u00e3o levam fabricantes de autom\u00f3veis a se aproximar da tecnologia de impress\u00e3o 3D. Dif\u00edcil imaginar autom\u00f3veis feitos com pain\u00e9is produzidos por impressora chique, mas \u00e9 o caso.<\/p>\n<p><strong>PSA<\/strong>\u00a0\u2013 Ap\u00f3s Ford e Opel entrar no neg\u00f3cio, fabricante de Peugeots e Citro\u00ebns fez acordo com a californiana Divergent 3D, desenvolvedora de processo para impress\u00e3o de pe\u00e7as complexas. Busca-se construir ve\u00edculos mais leves por processos reduzindo custos, polui\u00e7\u00e3o, consumo.<\/p>\n<p><strong>Lei &#8211;\u00a0<\/strong>Promessa nunca efetivada pelo governo de Christina Kirchner, aprovar projeto da C\u00e2mara dos Deputados legalizando as pequenas f\u00e1bricas de autom\u00f3veis na Argentina, deve se tornar a lei de\u00a0<em>Autos Artesanales Argentinos<\/em>. Permitir\u00e1 patentear, construir, vender a mercados interno e exportar.<\/p>\n<p><strong>ACIARA<\/strong>\u00a0\u2013 Associa\u00e7\u00e3o de Construtores Independente de Autom\u00f3veis da Rep\u00fablica Argentina, \u00e9 o nome da entidade, j\u00e1 acordou protocolo com o governo para circula\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos ap\u00f3s homologa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Produto<\/strong>\u00a0\u2013 Argentina tem talento no setor, obrigado a m\u00e1gicas e firulas para sobreviver. Mais conhecido dos ve\u00edculos, o Pur Sang, c\u00f3pia de Bugatti type 35, incluindo mec\u00e2nica e motor.<\/p>\n<p><strong>Gentileza<\/strong>\u00a0\u2013 Associa\u00e7\u00e3o participar\u00e1 ativamente da restaura\u00e7\u00e3o do Cadillac \u201955 convers\u00edvel, ex Per\u00f3n, desejo do Presidente Mauricio Macri em t\u00ea-lo no Museu da Casa Rosada. Macri \u00e9 do ramo: construiu Peugeots.<\/p>\n<p><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/strong><\/p>\n<p><strong>Creta<\/strong>\u00a0\u2013 Nome do utilit\u00e1rio esportivo, pr\u00f3ximo da Hyundai do Brasil suscitou d\u00favidas. Porque n\u00e3o outro, identificado com o Brasil, como o faz na pequena Rep\u00fablica Dominicana, onde \u00e9 chamado Cantus ?<\/p>\n<p><strong>Fica<\/strong>\u00a0\u2013 Diz Cassio Pagliarini, diretor de marketing: \u201c<em>\u00a0O nome Creta j\u00e1 \u00e9 aplicado nos mercados pr\u00f3ximos ao Brasil e teve grande sucesso na \u00cdndia e R\u00fassia, com vendas muito expressivas j\u00e1 no seu primeiro ano de vida. A nomenclatura ix25 \u00e9 v\u00e1lida apenas para a China.\u00a0Aqui no Brasil, o nome Creta foi testado sem rejei\u00e7\u00f5es pelos potenciais clientes e vai colaborar na constru\u00e7\u00e3o da marca global do produto, mesmo que existam diferen\u00e7as espec\u00edficas de pa\u00eds para pa\u00eds. Naturalmente, eu acho a nossa vers\u00e3o a melhor delas!\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>Mercado<\/strong>\u00a0\u2013 Maior segmento no mercado nacional \u00e9 o de SAVs, os<em>\u00a0Sport Activity\u00a0\u00a0\u00a0 Vehicles<\/em>, detentores de apar\u00eancia e valentia pela posi\u00e7\u00e3o superior para dirigir e maior dist\u00e2ncia livre do solo. Usam motores de tamanho e pot\u00eancia contidos e tra\u00e7\u00e3o apenas em duas rodas.<\/p>\n<p><strong>Padr\u00e3o<\/strong>\u00a0&#8211; No Creta Brasil, inicialmente, motor L4, 1,6 litro e 123 cv, 15,4 m.kgf de torque, transmiss\u00e3o mec\u00e2nica e autom\u00e1tica de 6 velocidades. Pre\u00e7o deve ser abaixo dos pouco cr\u00edveis pedidos por Honda HR-V e Nissan Kicks.<\/p>\n<p><strong>Renascer<\/strong>\u00a0\u2013 Chegando ao fim do problema e iniciando a solu\u00e7\u00e3o para motores diesel leves acusados de emitir poluentes acima da lei. VW caminh\u00f5es e \u00f4nibus, um dos 12 bra\u00e7os do imp\u00e9rio VW AG, fez festa de abertura do IAA, maior sal\u00e3o de transporte no mundo.<\/p>\n<p><strong>Evid\u00eanci<\/strong>a \u2013 Estava reclusa, quieta em divulga\u00e7\u00e3o, e o melhor sinal da volta \u00e9 retomar oportuna tradi\u00e7\u00e3o por ela aberta em recepcionar convidados e jornalistas de todo o mundo em\u00a0<em>avant premi\u00e8re<\/em>. Nome ajuda a imagem, foi\u00a0<em>Start up Night<\/em>, tipo voltamos com tudo. Comando pelo brasileiro Roberto Cortes, apresenta\u00e7\u00e3o do sistema Volksnet, de monitoramento, desenvolvido no Brasil, e do caminh\u00e3o Constelation 25.420.<\/p>\n<p><strong>Fechou<\/strong>\u00a0\u2013 Quem quiser entrar no neg\u00f3cio de vender e assistir Porsches, deve esperar. Stuttgart Ve\u00edculos, uma das duas redes do pa\u00eds, completou plano de expans\u00e3o com loja em Florian\u00f3polis, a s\u00e9tima em seis cidades: S Paulo, Rio, Curitiba, Porto Alegre, Campinas, Recife. Stuttgart det\u00e9m 25% da Porsche Brasil, representante nacional.<\/p>\n<p><strong>Marca\u00a0<\/strong>\u2013 Porsche Brasil resolveu auditar todos os\u00a0<em>re-call<\/em>\u00a0da marca. Quantidade pequena, 139 ve\u00edculos. Chamou os propriet\u00e1rios por telefone e convenceu-os aos reparos gratuitos. Moral da hist\u00f3ria, 100% de atendimento \u2013 m\u00e9dia nacional \u00e9 a metade.<\/p>\n<p><strong>Outro<\/strong>\u00a0\u2013 Ministro das Cidades \u2013 onde se alojam os assuntos do tr\u00e2nsito -, e diretor do Denatran, anunciaram forma\u00e7\u00e3o do Comit\u00ea Empresarial de Seguran\u00e7a Vi\u00e1ria. Querem ouvir sugest\u00f5es para implementar medidas capazes de deter a ascens\u00e3o de acidentes e perdas no tr\u00e2nsito.<\/p>\n<p><strong>Far\u00f3is \u2013\u00a0<\/strong>Aproveitando a Semana Nacional do Tr\u00e2nsito Bosch destaca a import\u00e2ncia<strong>\u00a0<\/strong>do sistema de ilumina\u00e7\u00e3o como item de seguran\u00e7a. Sugere sejam verificados periodicamente para garantir boa visibilidade aos condutores e n\u00e3o ofuscar vis\u00e3o de outros motoristas.<\/p>\n<p><strong>Moto<\/strong>\u00a0\u2013\u00a0<em>Moras no Paran\u00e1 ? Vais passar em Curitiba entre 7 a 9 de outubro ? Gosta de motos?\u00a0<\/em>V\u00e1 ao Brasil Motorcycle Show. Ser\u00e1 no Espa\u00e7o Renault, dentro do Parque Birigui. Boa parte das presentes no mercado, e atra\u00e7\u00f5es como personalizadores. Aproveite e visite o museu do autom\u00f3vel nas proximidades.<\/p>\n<p><strong>Paulistanidades<\/strong>\u00a0\u2013\u00a0<em>\u00c9s antigomobilista?<\/em>\u00a0<em>Votas na capital de S Paulo <\/em>\u00a0Duas chapas n\u00e3o tem passado recomend\u00e1vel quanto \u00e0 atividade. Se o conceito pesa para ganhar seu voto, considere. Por cronologia.<\/p>\n<p><strong>Erundina<\/strong>\u00a0&#8211; Quando o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores colocou dois Itamaraty Executivos \u00e0 venda, o Museu Nacional do Autom\u00f3vel foi ao chefe de gabinete de Luiza Erundina, ent\u00e3o Ministra da Administra\u00e7\u00e3o, ponderar sobre a venda de autom\u00f3veis raros, ligados \u00e0 hist\u00f3ria do pa\u00eds, por quantia rala. Resposta foi de ser quest\u00e3o inexpress\u00edvel \u2013 e que o Museu, privado, preocupado com patrim\u00f4nio p\u00fablico, comprasse os autom\u00f3veis.<\/p>\n<p><strong>Mais \u2013\u00a0<\/strong>Quando Prefeita da capital paulista foi inflex\u00edvel em quest\u00e3o com o Veteran Car Club, levando-o a fechamento.<\/p>\n<p><strong>Matarazzo<\/strong>\u00a0\u2013 Andrea, antes candidato e agora vice na chapa Marta Suplicy, era Secret\u00e1rio de Cultura em S Paulo, e o mesmo Museu denunciou vandalismo e sumi\u00e7o do acervo tombado do Museu Paulista de Antiguidades Mec\u00e2nicas, o Museu Lee em Ca\u00e7apava, SP, sob sua jurisdi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u2026 2\u00a0<\/strong>&#8211; Em vez de fazer auditoria e apurar responsabilidades, como requerido, acertou-se com sua prima, a respons\u00e1vel pelo Museu, para doa\u00e7\u00e3o \u00e0 Prefeitura de Ca\u00e7apava, apagando o passado, os danos, a les\u00e3o ao patrim\u00f4nio cultural, pois os ve\u00edculos estavam tombados por sua Secretaria.<\/p>\n<p><strong>Marta<\/strong>\u00a0\u2013 Querendo o pr\u00e9dio para finalidade menor, Minist\u00e9rio dos Transportes conseguiu lacra\u00e7\u00e3o do Museu Nacional do Autom\u00f3vel, em Bras\u00edlia. A ent\u00e3o senadora foi nomeada Ministra da Cultura, e imediatamente a entidade solicitou audi\u00eancia, buscando apoio para solver a quest\u00e3o diretamente com o Minist\u00e9rio dos Transportes. Nunca a Ministra teve interesse ou agenda, omitindo-se a salvar o Museu na Capital Federal. De falsas culturas e interesses sociais o pa\u00eds \u2013 e agora as pris\u00f5es \u2013 est\u00e3o cheios.<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 sessenta anos Mercedes come\u00e7ava o diesel no Brasil<\/strong><\/p>\n<p>\u00daltima semana de setembro de 1956 a Mercedes-Benz fez profunda e pioneira marca na hist\u00f3ria da ind\u00fastria automobil\u00edstica brasileira. Superou o esquema consentido \u00e0 \u00e9poca, a montagem de partes importadas \u2013 onde se inclu\u00eda o motor &#8211; e apresentou o caminh\u00e30 312, com motor feito no Brasil. O evento dividia a hist\u00f3ria e indicava, o fabricante com origem na cria\u00e7\u00e3o do autom\u00f3vel dava o aval para o futuro da atividade no Brasil.<\/p>\n<p>A empresa havia quebrado o estigma do sub desenvolvimento da Am\u00e9rica Latina \u2013 onde n\u00e3o se fabricavam motores sob a alega\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica norte-americana de ser imposs\u00edvel garantir estabilidade din\u00e2mica aos blocos vasados sob calor tropical. Em dezembro do ano anterior, atrav\u00e9s da Sofunge, depois adquirida, mesclando sonhos, utopias, as esperan\u00e7as para o chegante governo JK, e o conhecimento de engenheiros alem\u00e3es da Mercedes e brasileiros, havia fundido, usinado e dado como operacional o primeiro motor feito no Brasil.<\/p>\n<p>Era um seis cilindros em linha, diesel, em ferro fundido, produzindo pelas medidas de \u00e9poca 110 hp, com igni\u00e7\u00e3o por vela t\u00e9rmica e pr\u00e9 c\u00e2mara de combust\u00e3o \u2013 o pico de tecnologia para melhorar a queima do combust\u00edvel e expelir menos fuma\u00e7a preta.<\/p>\n<p>Pioneiro L-312, apelidado <em>Torpedo, Pescocinho<\/em>, com refer\u00eancia ao motor projetado fora da cabine,\u00a0 transportava entre 5 e 6 toneladas de carga bruta, surgiu apoiado em campanha publicit\u00e1ria e pintada no para choques dianteiro a frase <em>O que \u00e9 bom j\u00e1 nasce diesel,<\/em> alus\u00e3o ao caminho que iniciava abrir \u2013 ent\u00e3o apenas 2% da frota utilizava variadas marcas importadas e os montados localmente, Ford, Chevrolet, International, Studebaker, operava a gasolina,.<\/p>\n<p>Do pioneiro L-312 Torpedo foram produzidos 6.054 unidades at\u00e9 1958, quando substitu\u00eddo pelo 321, com cabine avan\u00e7ada. At\u00e9 hoje a Mercedes-Benz produziu 1.450.000 caminh\u00f5es no Brasil.<\/p>\n<hr \/>\n\n\t\t<style type=\"text\/css\">\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-54207 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-3916-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/foto-legenda-06-coluna-3916-312\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Foto-Legenda-06-coluna-3916-312-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-3916-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/foto-legenda-05-coluna-3916-motor-om-312\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Foto-Legenda-05-coluna-3916-Motor-OM-312-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-3916-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/foto-legenda-02-coluna-3916-picape-mercedes-jpg\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Foto-Legenda-02-coluna-3916-Picape-Mercedes-jpg-150x150.jpeg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><br style=\"clear: both\" \/><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-3916-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/foto-legenda-01-coluna-3916-uno-sporting\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Foto-Legenda-01-coluna-3916-Uno-sporting-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-3916-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/foto-legenda-04-coluna-3916-mpam-maverick\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/Foto-Legenda-04-coluna-3916-MPAM-Maverick-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/uno_way_1-0__14\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/uno_way_1-0__14-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t<\/div>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Arrumando a casa. 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