{"id":54768,"date":"2016-10-19T11:42:40","date_gmt":"2016-10-19T11:42:40","guid":{"rendered":"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/?p=54768"},"modified":"2016-10-19T12:02:06","modified_gmt":"2016-10-19T12:02:06","slug":"coluna-transito-e-vidas-por-mario-divo-o-exame-toxicologico-dos-caminhoneiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-transito-e-vidas-por-mario-divo-o-exame-toxicologico-dos-caminhoneiros\/","title":{"rendered":"Coluna #Tr\u00e2nsito e Vidas por Mario Divo \u2013 O exame toxicol\u00f3gico dos caminhoneiros!"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/caminhao-825x340.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-54769\" src=\"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/caminhao-825x340-300x124.jpg\" alt=\"caminhao-825x340\" width=\"635\" height=\"262\" srcset=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/caminhao-825x340-300x124.jpg 300w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/caminhao-825x340-768x317.jpg 768w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/caminhao-825x340.jpg 825w\" sizes=\"auto, (max-width: 635px) 100vw, 635px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>O exame toxicol\u00f3gico dos caminhoneiros!<\/strong><\/p>\n<p>Nesta e na pr\u00f3xima semana eu dedicarei o espa\u00e7o para tratar de um tema bastante palpitante e que toma ares de pol\u00eamico, na medida em que h\u00e1 for\u00e7as a favor e outras contr\u00e1rias. Hoje, vou citar as bases que motivam a exig\u00eancia peri\u00f3dica do exame toxicol\u00f3gico de caminhoneiros. Na semana que vem, comentarei os resultados de uma pesquisa que ser\u00e1 publicada nesta quinta-feira, dia 20\/10, sobre o tema,\u00a0 a partir de programa liderado pelo ITTS \u2013 Instituto de Tecnologias para o Tr\u00e2nsito Seguro.<\/p>\n<p>A partir deste ano, todo motorista profissional tem que se submeter a exame toxicol\u00f3gico para tirar ou renovar sua carteira, como parte da Lei do Caminhoneiro. E o Instituto de Tecnologias para o Tr\u00e2nsito Seguro analisou os primeiros mil resultados positivos e descobriu que a droga mais usada nas estradas brasileiras \u00e9 a coca\u00edna. Aparece em 72% dos testes. Ela \u00e9 seguida por maconha (16%), opi\u00e1ceos (10%) e anfetaminas (2%). O \u00edndice de condutores que usam a coca\u00edna, diariamente, \u00e9 estimado em 11%.<\/p>\n<p>Agora, imagine que voc\u00ea est\u00e1 cruzando com um caminh\u00e3o, seja na estrada ou nas ruas de uma cidade, podendo ter \u00e0 sua frente esse n\u00edvel de alto risco. Como forma de prevenir o problema, surgiu a exig\u00eancia do exame toxicol\u00f3gico para renovar ou obter habilita\u00e7\u00e3o nas categorias C, D e E, como foi estabelecida pela lei federal 13.103\/15, que alterou o CTB (C\u00f3digo de Tr\u00e2nsito Brasileiro), e tamb\u00e9m regulamentada pela resolu\u00e7\u00e3o 529 do Contran (Conselho Nacional de Tr\u00e2nsito), em vigor em todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Mesmo quem n\u00e3o utiliza a CNH (categorias C, D e E) para fins profissionais precisar\u00e1 se submeter ao exame. O teste \u00e9 feito mediante a coleta de cabelo, pelo ou unhas com o objetivo de detectar o consumo de subst\u00e2ncias psicoativas que comprometam a capacidade de dire\u00e7\u00e3o. O resultado precisa ser negativo para os tr\u00eas meses anteriores ao teste, uma vez que a capacidade de detec\u00e7\u00e3o prescreve em 90 dias. Muitos Detrans mostram-se contr\u00e1rios \u00e0 exig\u00eancia, assim como muitas coletividades de profissionais.<\/p>\n<p>Enfim, e apesar de tudo, essa \u00e9 uma realidade e, agora, teremos a publica\u00e7\u00e3o dos primeiros resultados j\u00e1 alcan\u00e7ados. E voc\u00ea, leitor, conhecer\u00e1 na semana que vem!<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/13552659_10205143023254413_719638316_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-52514\" src=\"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/13552659_10205143023254413_719638316_n-300x85.jpg\" alt=\"13552659_10205143023254413_719638316_n\" width=\"635\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/13552659_10205143023254413_719638316_n-300x85.jpg 300w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/13552659_10205143023254413_719638316_n.jpg 465w\" sizes=\"auto, (max-width: 635px) 100vw, 635px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong><em>Mario Divo \u00e9 o Diretor Institucional do ACBr \u2013 Autom\u00f3vel Clube Brasileiro e tamb\u00e9m \u00e9 o Clube Correspondente da FIA \u2013 Federa\u00e7\u00e3o Internacional do Autom\u00f3vel \u2013 E-mail: mario@automovelclubebrasileiro.com.br \/ Site: www.automovelclubebrasileiro.com.br<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O exame toxicol\u00f3gico dos caminhoneiros! 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