{"id":56148,"date":"2017-01-05T19:29:31","date_gmt":"2017-01-05T19:29:31","guid":{"rendered":"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/?p=56148"},"modified":"2017-01-13T12:50:16","modified_gmt":"2017-01-13T12:50:16","slug":"coluna-5416-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-5416-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/","title":{"rendered":"Coluna 0117 \u2013 \u201cDe carro por a\u00ed\u201d por Roberto Nasser"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-01-coluna-0117-Rep\u00fablica-Dominicana.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-56149\" src=\"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-01-coluna-0117-Rep\u00fablica-Dominicana-300x215.jpg\" width=\"635\" height=\"454\" srcset=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-01-coluna-0117-Rep\u00fablica-Dominicana-300x215.jpg 300w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-01-coluna-0117-Rep\u00fablica-Dominicana.jpg 565w\" sizes=\"auto, (max-width: 635px) 100vw, 635px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>De Carro na Rep\u00fablica Dominicana<\/strong><\/p>\n<p>Rep\u00fablica Dominicana fica no Caribe, meio caminho entre Am\u00e9ricas do Sul e Norte. Pouco lembrada, foi o ponto de inflex\u00e3o do desenvolvimento mundial quando, em 1492, Crist\u00f3v\u00e3o Colombo aportou, logo instalando o primeiro Vice Reinado extra europeu. Diego, seu filho, foi pioneiro Vice Rei a operar no Continente Americano e seu pal\u00e1cio, o Alcazar de Col\u00f3n, constru\u00eddo em 1512 at\u00e9 hoje remanesce como atra\u00e7\u00e3o no Centro Hist\u00f3rico, contando hist\u00f3ria com aux\u00edlio de mobili\u00e1rio e utilidades de \u00e9poca, auxiliado, em seu entorno pelos primeiros pr\u00e9dios erigidos nas Am\u00e9rica: administra\u00e7\u00e3o, igreja, forte, alguns ininterrupta e secularmente ocupados pela gest\u00e3o do poder. Como lembran\u00e7a, o Brasil foi descoberto oficialmente em 1500, mas os portugueses registraram e largaram. Os franceses pilharam o pa\u00eds at\u00e9 1565 quando expulsos por Est\u00e1cio de S\u00e1, representando a Coroa. Na pr\u00e1tica o Brasil come\u00e7ou em 1565 no Rio de Janeiro, nas proximidades de onde hoje est\u00e1 o abandonado Hotel Gl\u00f3ria.<\/p>\n<p>Superf\u00edcie do pa\u00eds \u00e9 de 48.500 km2, soma aproximada de Alagoas e Sergipe, e divide com o Haiti a Ilha Hispaniola, segunda maior \u2013 primeira \u00e9 Cuba. O dividir \u00e9 ao p\u00e9 da letra. Haiti, primeiro pa\u00eds a tornar-se independente nas Am\u00e9ricas, \u00e9 o mais pobre do Continente; popula\u00e7\u00e3o predominantemente negra; assinalado por desastres naturais inexplicavelmente limitados \u00e0s fronteiras. Sua popula\u00e7\u00e3o tem melhor situa\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o, conhecimento e interpreta\u00e7\u00e3o, e menor acidentalidade com ve\u00edculos. Os dominicanos s\u00e3o arrepiados com os vizinhos.<\/p>\n<p>Pouca industrializa\u00e7\u00e3o, economia de base com cria\u00e7\u00e3o de gado, plantio de cana, arroz, produ\u00e7\u00e3o de sal, os dominicanos demoraram a demarrar-se em integra\u00e7\u00e3o pelo deficiente sistema de liga\u00e7\u00e3o e transportes, tomando muitos anos evoluir dos cascos dos animais, ferrovias, \u00e0s estradas de rodagem. E destas apenas as novas, de instiga\u00e7\u00e3o tur\u00edstica, tem boa qualidade.<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p>Sua economia foi tra\u00e7ada como dependente dos gastos dos muitos turistas. Dados de 2015, pa\u00eds teria imaginados 11 milh\u00f5es de habitantes, e recebera quantidade quase igual de visitantes, e facilita, sem necessidade de Visto e por pagamento de US$ 10 por pessoa \u00e0 chegada no Aeroporto. Na ocasi\u00e3o voc\u00ea entende a l\u00f3gica da opera\u00e7\u00e3o: h\u00e1 duas pessoas para processar o t\u00edquete de entrada: uma entrega, outra recebe &#8230;<\/p>\n<p>Nas localidades dedicadas ao turismo est\u00e3o, ao Norte, Punta Cana, com enorme quantidade de hot\u00e9is no sistema <em>all inclusive<\/em> &#8211; f\u00e1cil entender: \u00e9 um enclave americanizado, sem cidade dominicana nas proximidades e, assim, os hot\u00e9is devem criar a pr\u00f3pria ilha de servi\u00e7os para atender aos h\u00f3spedes. Estes, em sua maioria, norte-americanos de renda m\u00e9dia e baixa, brasileiros. Vai-se pela Ruta 3, a 250 pesos de ped\u00e1gio.<\/p>\n<p>Outro lugar recente e demandado, a Leste, \u00e9 Saman\u00e1, cercado por mar e lagoa, dividido com Las Terrenas. <em>Resorts<\/em> novos, hot\u00e9is, pousadas e a utilidade de apoio e turismo do com\u00e9rcio e servi\u00e7os da cidadezinha, simp\u00e1ticos e descompromissados como o s\u00e3o os das cidades praianas do Continente Sul. Poucos h\u00f3spedes brasileiros, outros de l\u00edngua espanhola, canadenses, italianos, franceses, alem\u00e3es. Pela Ruta 7 e depois a Estrada da Odebrecht&#8230; Punta e Saman\u00e1 ficam a duas horas por rodovia.<\/p>\n<p><strong>Por l\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Sed\u00e3s, SAVs e SUVs s\u00e3o mandat\u00f3rios aos turistas demandando por Saman\u00e1 e Las Terrenas. H\u00f3spedes em Punta Cana utilizar\u00e3o o aeroporto da cidade, ou <em>transfer<\/em> de ag\u00eancias de turismo a partir de Santo Domingo.<\/p>\n<p>O pa\u00eds possui cinco aeroportos e exceto Punta ser\u00e1 mandat\u00f3rio alugar carro, havendo como opcional \u00f4nibus de operadores de turismo e os <em>Guagua<\/em>, como se chamam os micro \u00f4nibus tropicalmente desorganizados, com lota\u00e7\u00e3o superior \u00e0 capacidade t\u00e9cnica, folcl\u00f3ricos e desaconselh\u00e1veis.<\/p>\n<p>Folheto de turismo distribu\u00eddo nos hot\u00e9is enfatiza as belezas naturais, as praias, estradas, florestas, grutas e faz curioso alerta quanto ao comportamento social: <em>o r\u00e1pido \u00e9 para amanh\u00e3.<strong>\u00a0 <\/strong><\/em>\u00c9 uma das cl\u00e1usulas p\u00e9treas da opera\u00e7\u00e3o dominicana: n\u00e3o h\u00e1 pressa \u2013 ou no\u00e7\u00e3o de produtividade. Assim, quando voc\u00ea, por internet, faz e paga a reserva de um eventual SUV para sete lugares em locadora internacional, chega ao balc\u00e3o, exibe o comprovante, nada garante a disponibilidade de tal ve\u00edculo, e o fato ser\u00e1 problema exclusivamente seu. O atendente da locadora informa ter havido erro no sistema; n\u00e3o haver o carro reservado; e que se quiser, procure em outra \u2013 onde haver\u00e1, mas a pre\u00e7o duplicado. E cobram, por cinco dias, US$ 1,200 por um SUV com mais de 100 mil km rodados \u2013 e d\u00ea-se por satisfeito, incluindo a demora. N\u00e3o adianta ficar valente. Restar\u00e1 como op\u00e7\u00e3o os carros de turismo \u2013US$ 200\/pessoa\/aeroporto-hotel !<\/p>\n<p>Na Rep\u00fablica Dominicana n\u00e3o procure por identidade f\u00edsica nacional. Eles se orgulham ser produto de mescla entre \u00edndios, europeus e negros, e isto se espelha nas lembran\u00e7as tur\u00edsticas: bonequinhas n\u00e3o tem rosto.<\/p>\n<p><strong>Cuidado<\/strong><\/p>\n<p>Conduzir na capital, cidades perif\u00e9ricas, estradas, exige condicionamento de extrema aten\u00e7\u00e3o, exerc\u00edcio de tens\u00e3o. Tudo, mesmo o inacredit\u00e1vel, pode acontecer: parar na al\u00e7a de acesso para algu\u00e9m descer; idem na via de velocidade deixando a Capital, o <em>Guagua<\/em> para junto \u00e0 defensa para passageiro usar o micro \u00f4nibus como degrau para saltar sobre a barreira e cruzar correndo a pista de velocidade; picapes com mais de dezena de pessoas em p\u00e9 na ca\u00e7amba, s\u00e3o usuais e voc\u00ea reza para que nenhum caia no asfalto \u00e0 sua frente. Parar com meio carro na estrada; retornar entre as fila do ped\u00e1gio e sair na contra m\u00e3o do acostamento; ultrapassagem sem visibilidade, sobre faixa dupla; sobre pontes. O inimagin\u00e1vel no tr\u00e2nsito acontecer\u00e1.<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>Term\u00f4metro<\/strong><\/p>\n<p>Por h\u00e1bito me valho de embaixada brasileira para entender os lugares e ter refer\u00eancia em caso de necessidade. Um dos nossos diplomatas recomendou: <em>aconte\u00e7a o que acontecer, n\u00e3o proteste, n\u00e3o buzine, n\u00e3o reclame. As pessoas andam armadas e podem se sentir ofendidas com algu\u00e9m querendo organizar a desordem. Fique quieto e espere a confus\u00e3o se diluir.<\/em><\/p>\n<p>Conv\u00edvio com armas, coisa a n\u00f3s inusual, faz parte do dia-a-dia. Nos postos de ped\u00e1gio o seguran\u00e7a \u00e9 do Ex\u00e9rcito e usa uma arma longa, fuzil ou escopeta. Nas estradas o policiamento \u00e9 intenso: picapes com a sigla do Minist\u00e9rio de Obras P\u00fablicas e Comunica\u00e7\u00f5es, guardas com coletes refletivos, e armas longas na m\u00e3o. Fiscalizam, ou fazem presen\u00e7a. Anda-se na velocidade definida: 80 km\/h. Abordado ouvi conversa mole de a pol\u00edcia estar ali para garantir a seguran\u00e7a dos viajantes, que o pagamento estava atrasado e por isto pedia uma colabora\u00e7\u00e3o. Respondi em alguma coisa parecida com franc\u00eas e, ante a falta de compreens\u00e3o, mandou seguir.<\/p>\n<p>Na entrada do estacionamento de supermercado, o guarda usa arma longa. Em compensa\u00e7\u00e3o, se voc\u00ea estiver armado, n\u00e3o ser\u00e1 permitido, como informa o cartaz.<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><em>Vais estacionar na rua da ultra movimentada Santo Domingo?<\/em> \u2013 um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o ali habita. O flanelinha tem espa\u00e7o definido por cones pr\u00f3prios. Ele o remove para voc\u00ea estacionar&#8230; No desencontro de pre\u00e7os, quatro horas de estacionamento custaram pre\u00e7o menor ao de uma garrafa de \u00e1gua italiana. Quase tudo \u00e9 importado.<\/p>\n<p>O pa\u00eds \u00e9 bonito e variado, das grandes superf\u00edcies planas, \u00e0s montanhas. O mar \u00e9 matizado, azul caribenho na faixa banhada pelo Pac\u00edfico, na dire\u00e7\u00e3o de Punta Cana, e verde com faixas azuladas na regi\u00e3o banhada pelo Atl\u00e2ntico, onde est\u00e1 Saman\u00e1, servida por estradas particularmente boas ligam-na a Saman\u00e1. Bem sinalizadas, limpas, \u00e1rvores plantadas nas laterais, capim cortado, placas vis\u00edveis. A via cruzando o Parque Nacional dos Haitis, mescla plano e serra, com paisagens como festa para os olhos, foi constru\u00edda recentemente pela ora midi\u00e1tica Odebrecht. Dizem os locais, o ped\u00e1gio tamb\u00e9m \u00e9 da companhia. \u00c9 dos mais caros do mundo para trecho sem telefonia de apoio ou servi\u00e7o de socorro: 520 pesos \u2013 US$ 11, R$ 40 &#8211; para andar uns 17 km. Tenha-o em pesos. Se for pagar em d\u00f3lares a cota\u00e7\u00e3o variar\u00e1 de acordo com o c\u00e1lculo do caixa, uns 35 pesos x d\u00f3lar. No com\u00e9rcio praticava-se 46&#215;1.<\/p>\n<p>Como no Brasil a Odebrecht responde a processo por corrup\u00e7\u00e3o para a conquista de obras p\u00fablicas.<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p><strong>Sele\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Poucos dados a respeito da frota circulante, exceto o \u00edndice de motoriza\u00e7\u00e3o 3 habitantes\/ve\u00edculo, envolvendo o universo das motos. Como em todo pa\u00eds abaixo dos EUA seria razo\u00e1vel ver unidades dos velhos e resistentes carros de tal origem. N\u00e3o os vi, exceto caminh\u00f5es de marcas pouco lembradas no Brasil, como International e Mack, muitos de frotas novas ou surradas unidades trabalhando sem condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a. Tamb\u00e9m velhos, remendados, japoneses dos anos \u201990. E motos de pequena cilindrada, maioria chinesa, muit\u00edssimas. \u00c9 a condu\u00e7\u00e3o do pais.<\/p>\n<p>Ve\u00edculos de produ\u00e7\u00e3o brasileira, usuais em mercados de baixa cultura automobil\u00edstica por resist\u00eancia e pre\u00e7o, vi apenas duas exce\u00e7\u00f5es: velho Fiat Marea e Ford EcoSport da primeira gera\u00e7\u00e3o. Autom\u00f3veis caros, poucos: Mercedes 500, Audis RS8 e Q7, um Ferrari entrado em anos.<\/p>\n<p>As estradas exibem a n\u00edtida separa\u00e7\u00e3o de classes, privilegiando os estrangeiros.<\/p>\n<p>Explicou o mesmo diplomata, quando o pa\u00eds optou pela economia baseada no turismo, elevou ou liberou o pre\u00e7o dos ped\u00e1gios. Assim, os US$ 21 gastos entre Santo Domingo e Saman\u00e1, quase 1.000 pesos locais, excluem os dominicanos. Na estrada veem-se ve\u00edculos novos com turistas, seus \u00f4nibus, as <em>vans<\/em> coreanas convertidas em micro \u00f4nibus <em>Guagua<\/em>, e motocicletas de baixa cilindrada, muitas e em estado a ser imaginado como padr\u00e3o dominicano: pelo menos duas pessoas, sem capacete, falta de luz traseira, aus\u00eancia de retrovisores. Motos n\u00e3o pagam ped\u00e1gio.<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/p>\n<p>Pa\u00eds convive com o maior \u00edndice de acidentes das Am\u00e9ricas, empatado com a Venezuela, mais de 40 mortes\/ano\/100 mil habitantes. Brasil, lamentavelmente l\u00edder na Am\u00e9rica do Sul, o \u00edndice \u00e9 de 21,5% &#8211; e questiona-se a exatid\u00e3o das estat\u00edsticas. Entendimento da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade mostra a renda da popula\u00e7\u00e3o ligada diretamente \u00e0 acidentalidade. Menos renda, educa\u00e7\u00e3o deficiente. A pouca vivencia com os ve\u00edculos deve ser considerada. Conv\u00edvio com autom\u00f3veis n\u00e3o se aprende em apenas uma gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>V\u00e1<\/strong><\/p>\n<p><em>Vale a pena ir \u00e0 Rep\u00fablica Dominicana?<\/em> Vale. O leque de atra\u00e7\u00f5es, seja para o esportista \u2013 mergulho, <em>snorkel<\/em>, nado, <em>surf<\/em>, golf -, seja para os contemplativos, para os aventureiros em busca de lugares interessantes e de acesso dif\u00edcil, ou a pasteuriza\u00e7\u00e3o norte-americana dos hot\u00e9is <em>all inclusive. <\/em>Tudo h\u00e1 e a pre\u00e7os inferiores aos praticados no Brasil. Popula\u00e7\u00e3o amena, de trato sul americano. Recomenda\u00e7\u00f5es usuais. Se insistir ficar em Santo Domingo, prepare-se como se fora passar uma semana na Baixada Fluminense, onde bobo vira estat\u00edstica. Tenha um bom ve\u00edculo, um bom hotel, escolha bem o lugar e despreze acampar. Tenha cuidado, paci\u00eancia, seja <em>zen, <\/em>entre no clima quando a sobremesa anteceder a salada.<\/p>\n\n\t\t<style type=\"text\/css\">\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-56148 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-5416-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/foto-legenda-07-coluna-0117-moto\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-07-coluna-0117-Moto-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-5416-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/foto-legenda-06-coluna-0117-estradas-turisticas\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-06-coluna-0117-Estradas-tur\u00edsticas-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-06-coluna-0117-Estradas-tur\u00edsticas-150x150.jpg 150w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-06-coluna-0117-Estradas-tur\u00edsticas-300x300.jpg 300w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-06-coluna-0117-Estradas-tur\u00edsticas-768x768.jpg 768w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-06-coluna-0117-Estradas-tur\u00edsticas-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-06-coluna-0117-Estradas-tur\u00edsticas.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-5416-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/foto-legenda-05-coluna-0117-super-mercado\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-05-coluna-0117-Super-Mercado-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><br style=\"clear: both\" \/><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-5416-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/foto-legenda-04-coluna-0117-fila-pedagio\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-04-coluna-0117-Fila-Pedagio-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-5416-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/foto-legenda-03-coluna-0117-transporte\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-03-coluna-0117-Transporte-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-5416-de-carro-por-ai-por-roberto-nasser\/foto-legenda-02-coluna-0117-mapa-geral\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Foto-Legenda-02-Coluna-0117-Mapa-Geral-150x150.gif\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t<\/div>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De Carro na Rep\u00fablica Dominicana Rep\u00fablica Dominicana fica no Caribe, meio caminho entre Am\u00e9ricas do Sul e Norte. 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