{"id":69959,"date":"2019-07-17T15:32:12","date_gmt":"2019-07-17T15:32:12","guid":{"rendered":"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/?p=69959"},"modified":"2019-07-17T15:34:03","modified_gmt":"2019-07-17T15:34:03","slug":"carros-eletricos-sao-viaveis-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/carros-eletricos-sao-viaveis-no-brasil\/","title":{"rendered":"Carros El\u00e9tricos s\u00e3o vi\u00e1veis no Brasil?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/El\u00e9tricos-s\u00e3o-vi\u00e1veis-no-Brasil.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-69960 size-large\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/El\u00e9tricos-s\u00e3o-vi\u00e1veis-no-Brasil-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/El\u00e9tricos-s\u00e3o-vi\u00e1veis-no-Brasil-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/El\u00e9tricos-s\u00e3o-vi\u00e1veis-no-Brasil-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/El\u00e9tricos-s\u00e3o-vi\u00e1veis-no-Brasil-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/El\u00e9tricos-s\u00e3o-vi\u00e1veis-no-Brasil-624x351.jpg 624w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/El\u00e9tricos-s\u00e3o-vi\u00e1veis-no-Brasil.jpg 1160w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Em sintonia com a tend\u00eancia mundial a evolu\u00e7\u00e3o do transporte el\u00e9trico no Brasil pode ser dada como certa no contexto dos neg\u00f3cios relacionados \u00e0 mobilidade, em toda a sua abrang\u00eancia. Os sinais s\u00e3o evidentes no Pa\u00eds pela presen\u00e7a &#8211; maior a cada ano &#8211; de produtos e solu\u00e7\u00f5es em ve\u00edculos, eletropostos e subsegmentos eletrificados, como patinetes e bicicletas, al\u00e9m de iniciativas de startups e importadoras que s\u00f3 fazem aumentar com a eletromobilidade.<br \/>\nNo quesito tecnologias, a eletrifica\u00e7\u00e3o come\u00e7a agora avan\u00e7ar para modais como a avia\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 de hoje que isso acontece. O programa SORA-e gerou o primeiro avi\u00e3o el\u00e9trico tripulado de dois lugares produzido na Am\u00e9rica Latina, que fez seu primeiro voo sobre S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (SP) em 2015. Por\u00e9m, atualmente grandes grupos do segmento anunciaram o in\u00edcio de atividades efetivas para o desenvolvimento de aeronaves el\u00e9tricas tripuladas.<\/p>\n<p>Possibilidades \u00e0 parte \u00e9 preciso considerar que a infraestrutura de recarga para a mobilidade terrestre est\u00e1 entre os desafios a que os ve\u00edculos el\u00e9tricos tenham seu uso intensificado no Brasil, na medida da necessidade de uma na\u00e7\u00e3o como a nossa, de dimens\u00f5es continentais. A dificuldade \u00e9 real, mas iniciativas como o Corredor El\u00e9trico Sul, que estabelece condi\u00e7\u00f5es de recarga entre Curitiba (PR) e Florian\u00f3polis (SC), j\u00e1 est\u00e3o em pr\u00e1tica com o objetivo da cria\u00e7\u00e3o de uma malha de esta\u00e7\u00f5es capaz de tornar vi\u00e1veis as viagens em trechos de longos percursos intermunicipais e interestaduais.<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia da cria\u00e7\u00e3o de eletrovias \u00e9 indiscut\u00edvel, mas essa \u00e9 apenas uma parte do complexo universo sin\u00e9rgico que envolve a eletromobilidade no Brasil, onde, diga-se, faltam usu\u00e1rios. Ainda carecemos de medidas capazes de alavancar a introdu\u00e7\u00e3o massiva de ve\u00edculos leves e pesados propelidos por eletrifica\u00e7\u00e3o na frota local. Nessa \u00f3tica o transporte p\u00fablico de passageiros e de cargas \u00e9 o que se mostra mais prop\u00edcio \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de rotas e ao uso de estrutura planejada. No entanto, a infraestrutura para recarga de baterias de uma frota de \u00f4nibus el\u00e9tricos \u00e9 outro desafio a ser resolvido, no m\u00ednimo quanto aos seus custos, implica\u00e7\u00f5es para o entorno e a pr\u00f3pria manuten\u00e7\u00e3o do sistema.<\/p>\n<p>Mundo afora, os pa\u00edses que decidiram pela ado\u00e7\u00e3o dos propulsores el\u00e9tricos antes de n\u00f3s ainda trabalham na tarefa de descobrir solu\u00e7\u00f5es locais para fazer do el\u00e9trico um neg\u00f3cio rent\u00e1vel. \u00c9 assim que deve ser. Solu\u00e7\u00f5es s\u00e3o sempre o melhor que se pode fazer por um determinado tempo, at\u00e9 que novas sa\u00eddas sejam necess\u00e1rias. Enquanto o governo alem\u00e3o introduziu b\u00f4nus ambiental para fomentar a compra de carros el\u00e9tricos para alcan\u00e7ar a meta de 1 milh\u00e3o de ve\u00edculos no pa\u00eds at\u00e9 2020, a qual est\u00e1 longe de conseguir, a Noruega ostenta a maior concentra\u00e7\u00e3o mundial de carros el\u00e9tricos em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de habitantes.<\/p>\n<p>Por aqui a cad\u00eancia \u00e9 outra, e as oportunidades tamb\u00e9m. S\u00e3o imperativas neste momento a discuss\u00e3o, atualiza\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise do estado da arte do mercado com as novas iniciativas e lan\u00e7amentos, perante o panorama industrial e econ\u00f4mico, a pol\u00edtica industrial representada no ROTA 2030 e o envolvimento do setor el\u00e9trico em projetos e modelos de neg\u00f3cio para eletromobilidade no Pa\u00eds. Esse ser\u00e1 basicamente o foco do Simp\u00f3sio SAE BRASIL de Ve\u00edculos El\u00e9tricos e H\u00edbridos, agendado para 13 de agosto, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Enquanto isso, o movimento brasileiro rumo \u00e0 eletromobilidade segue seu curso. Duas montadoras presentes no Pa\u00eds instalaram suas manufaturas de VE\u2019s por aqui, uma para a fabrica\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos leves (h\u00edbridos-etanol flexfuel) e outra para pesados &#8211; \u00f4nibus (h\u00edbrido-el\u00e9trico flexfuel), e caminh\u00e3o (puro el\u00e9trico), j\u00e1 em opera\u00e7\u00e3o em uma distribuidora de bebidas parceira no projeto. Sim, os el\u00e9tricos s\u00e3o vi\u00e1veis no Brasil.<\/p>\n<p>Ricardo Takahira, chairperson do 8\u00ba Simp\u00f3sio SAE BRASIL de Ve\u00edculos El\u00e9tricos e H\u00edbridos, \u00e9 engenheiro eletricista, consultor s\u00eanior na Research &amp; Technology, s\u00f3cio fundador da Startup Key Advanced Technology, professor Universit\u00e1rio de P\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o na FACENS e no Instituto Mau\u00e1 de Tecnologia, nas cadeiras de Veiculos El\u00e9tricos, Mobilidade e Conectividade, tendo prestado servi\u00e7os para o Projeto de Coopera\u00e7\u00e3o Internacional em Eletromobilidade em Bras\u00edlia em parceria com minist\u00e9rios.<\/p>\n<p>Fonte: SAE BRASIL<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em sintonia com a tend\u00eancia mundial a evolu\u00e7\u00e3o do transporte el\u00e9trico no Brasil pode ser dada como certa no contexto dos neg\u00f3cios relacionados \u00e0 mobilidade, em toda a sua abrang\u00eancia&#8230;. <a class=\"read-more-link\" href=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/carros-eletricos-sao-viaveis-no-brasil\/\">Read more &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":69960,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[71,48,76],"tags":[4407],"class_list":["post-69959","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-carros","category-noticias","category-reportagens","tag-carros-eletricos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/69959","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=69959"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/69959\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":69961,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/69959\/revisions\/69961"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/69960"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=69959"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=69959"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=69959"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}