{"id":78185,"date":"2021-04-08T16:19:47","date_gmt":"2021-04-08T19:19:47","guid":{"rendered":"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/?p=78185"},"modified":"2021-04-08T16:21:22","modified_gmt":"2021-04-08T19:21:22","slug":"coluna-fernando-calmon-boas-novidades-nos-80-anos-da-marca-jeep","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-fernando-calmon-boas-novidades-nos-80-anos-da-marca-jeep\/","title":{"rendered":"Coluna Fernando Calmon | BOAS NOVIDADES NOS 80 ANOS DA MARCA JEEP"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/167863376_10223038082998994_4341150682357055756_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-78186 size-large\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/167863376_10223038082998994_4341150682357055756_n-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"534\" srcset=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/167863376_10223038082998994_4341150682357055756_n-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/167863376_10223038082998994_4341150682357055756_n-300x200.jpg 300w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/167863376_10223038082998994_4341150682357055756_n-768x512.jpg 768w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/167863376_10223038082998994_4341150682357055756_n-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/167863376_10223038082998994_4341150682357055756_n-624x416.jpg 624w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/167863376_10223038082998994_4341150682357055756_n-576x384.jpg 576w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/167863376_10223038082998994_4341150682357055756_n.jpg 1800w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A origem do nome tem diferentes explica\u00e7\u00f5es. Desde a tradicional homofonia em ingl\u00eas GP (<em>General Purpose<\/em>, Uso Geral em tradu\u00e7\u00e3o livre), em 1941, at\u00e9 <em>Eugene the Jeep<\/em>, o simp\u00e1tico cachorro do Popeye das hist\u00f3rias em quadrinhos, desde 1936. A Wikip\u00e9dia em portugu\u00eas, no entanto, sugere que a palavra surgiu nos anos 1910. \u201cDurante a\u00a0Primeira Guerra Mundial\u00a0os mec\u00e2nicos do\u00a0ex\u00e9rcito americano\u00a0come\u00e7aram a chamar de\u00a0<em>jeep<\/em>\u00a0qualquer m\u00e1quina nova que chegasse em suas m\u00e3os, de motosserras a avi\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p>Ao longo de 2021 haver\u00e1 quatro edi\u00e7\u00f5es especiais comemorativas: Wrangler, Grand Cherokee, Compass e Renegade, sendo as duas primeiras importadas. Um dos destaques \u00e9 a nova central multim\u00eddia com chip dedicado (rede TIM) e Wi-Fi a bordo para at\u00e9 oito usu\u00e1rios simult\u00e2neos, no Renegade e no Compass. Antecipado nesta coluna em agosto do ano passado, o sistema chama-se <em>Adventure Intelligence<\/em>. Tem caracter\u00edsticas similares \u00e0s j\u00e1 oferecidas nos modelos Chevrolet, inclusive servi\u00e7o (<em>OnStar<\/em>) de concierge, rastreamento e aviso autom\u00e1tico de acidente grave, entre outros. O <em>MyLink<\/em> da GM conecta sete usu\u00e1rios (um a menos).<\/p>\n<p>Uma diferencia\u00e7\u00e3o da Jeep \u00e9 o navegador nativo da TomTom. Permite continuar uma rota mesmo com perda do sinal de celular. Atende assim \u00e0 imagem da marca ligada ao fora-de-estrada, tra\u00e7\u00e3o 4&#215;4 e locais remotos. H\u00e1 tr\u00eas planos de pagamento mensal de dados: R$ 30, R$ 50 e R$ 100 para 5 GB, 10 GB e 40 GB, respectivamente. Os da GM custam R$ 30, R$ 40, R$ 60 e R$ 85 para 2 GB, 5 GB, 10 GB e 20 GB, na ordem. A nova central de 8,4 pol. custa de R$ 1.500 a R$ 2.500, dependendo de cada vers\u00e3o do Renegade.<\/p>\n<p>Embora ainda n\u00e3o confirmado o dia exato pela Stellantis, a apresenta\u00e7\u00e3o do Compass 2022 (ver foto) ser\u00e1 no pr\u00f3ximo m\u00eas com a estreia do motor 4-cilindros turbo de 1,33 litro, 180 cv (gasolina), 185 cv (etanol) e 27,5 kgfm. Trata-se da primeira revitaliza\u00e7\u00e3o desde o lan\u00e7amento no mercado brasileiro, em setembro de 2016. Em 2020 o modelo dominou dois ter\u00e7os das vendas entre os SUVs m\u00e9dio-compactos. A nova central multim\u00eddia com Wi-Fi ter\u00e1, neste caso, 10,1 pol. Um SUV de sete lugares tamb\u00e9m estrear\u00e1 no pr\u00f3ximo semestre.<\/p>\n<p><strong>Tempo de recarga dos ve\u00edculos el\u00e9tricos<\/strong><\/p>\n<p>Falta consenso sobre o ritmo de aceita\u00e7\u00e3o e compra efetiva dos modelos el\u00e9tricos em grande escala. Alguns fabricantes fizeram previs\u00f5es que variam de 2030 a 2050, nos maiores mercados do mundo, situados no hemisf\u00e9rio norte. Outros insinuam que n\u00e3o investir\u00e3o mais em motores a combust\u00e3o, a partir de agora. Marcar datas ou prazos \u00e9 algo complicado. Em 2014, a Volvo afirmou que \u201cap\u00f3s\u00a02020 ningu\u00e9m morrer\u00e1\u00a0em acidente num carro nosso&#8221;. Estamos em 2021 e, obviamente, isso n\u00e3o se materializou. Na realidade, ningu\u00e9m sabe quando esse dia chegar\u00e1 ou mesmo se chegar\u00e1.<\/p>\n<p>Uma pesquisa entre 8.000 consumidores de oito grandes mercados mundiais, publicado pela consultoria IHS Markit, procurou saber quanto tempo aceitariam esperar para que um carro el\u00e9trico estivesse totalmente recarregado. Em 2019, 35% responderam 30 minutos e 58%, uma hora. Na pr\u00e1tica, por\u00e9m, esse tem sido um obst\u00e1culo para maior aceita\u00e7\u00e3o dos el\u00e9tricos. Quando esse tempo chegar\u00e1 a tr\u00eas ou quatro minutos, equivalente ao de um ve\u00edculo abastecido por combust\u00edvel l\u00edquido, est\u00e1 dif\u00edcil de prever.<\/p>\n<p>Com pilhas a hidrog\u00eanio isso seria poss\u00edvel. Por\u00e9m, essa \u00e9 uma tecnologia muito diferente das baterias atuais que, por sua vez, exigem uma rede pr\u00f3pria de recarga em estradas e disponibilidade de gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica renov\u00e1vel. No melhor cen\u00e1rio, carros el\u00e9tricos seriam recarregados \u00e0 noite como os telefones celulares. Na pr\u00e1tica, poder\u00e1 n\u00e3o ser assim. Afinal, 2030 n\u00e3o est\u00e1 t\u00e3o distante&#8230;<\/p>\n<p><strong>ALTA RODA<\/strong><\/p>\n<p><strong>CARGA TRIBUT\u00c1RIA<\/strong> sobre ve\u00edculos continua a subir no Estado de S\u00e3o Paulo. N\u00e3o bastou o aumento de ICMS sobre carros novos, que agora em abril saltou para uma al\u00edquota de 14,5% (antes era de 12%). Sobre ve\u00edculos usados o imposto estadual cresceu de 1,9% para 3,9%. At\u00e9 mesmo a taxa de licenciamento anual, no caso de modelos novos, foi reajustada em 40,4%. A justificativa \u00e9 o aumento das despesas para combate ao coronav\u00edrus. Pergunta \u00f3bvia: quando essas despesas diminu\u00edrem, as al\u00edquotas voltar\u00e3o aos percentuais anteriores?<\/p>\n<p><strong>OUTRA MANEIRA<\/strong> de aumentar a carga fiscal, de forma indireta, \u00e9 o congelamento em R$ 70.000, desde 2009, do valor dos modelos que podem ser adquiridos por Pessoas com Defici\u00eancia (PcD). Justo seria corrigir aquele valor, por\u00e9m preservando o incentivo para aqueles que realmente tenham necessidades especiais. Para isso, a lei precisaria ser revista para um enquadramento menos permissivo sobre o que realmente \u00e9 uma defici\u00eancia. N\u00e3o vai demorar muito at\u00e9 qualquer modelo com c\u00e2mbio autom\u00e1tico superar os R$ 70.000, considerando as exig\u00eancias de seguran\u00e7a e emiss\u00f5es veiculares nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p><strong><em>A \u201cColuna Fernando Calmon \u201d \u00e9 de exclusiva responsabilidade do seu autor.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>www.fernandocalmon.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A origem do nome tem diferentes explica\u00e7\u00f5es. 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