{"id":87169,"date":"2023-03-16T20:21:06","date_gmt":"2023-03-16T23:21:06","guid":{"rendered":"http:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/?p=87169"},"modified":"2023-03-16T20:28:00","modified_gmt":"2023-03-16T23:28:00","slug":"coluna-fernando-calmon-surgem-duvidas-nos-eua-sobreeficacia-da-automacao-veicular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-fernando-calmon-surgem-duvidas-nos-eua-sobreeficacia-da-automacao-veicular\/","title":{"rendered":"Coluna Fernando Calmon | Surgem d\u00favidas nos EUA sobreefic\u00e1cia da automa\u00e7\u00e3o veicular"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Banana-em-vez-de-dirigir.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-87170 size-large\" src=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Banana-em-vez-de-dirigir-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Banana-em-vez-de-dirigir-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Banana-em-vez-de-dirigir-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Banana-em-vez-de-dirigir-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Banana-em-vez-de-dirigir-624x351.jpg 624w, https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Banana-em-vez-de-dirigir.jpg 1120w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Certamente os v\u00e1rios recursos de dire\u00e7\u00e3o semiaut\u00f4noma hoje oferecidos em grande parte dos autom\u00f3veis modernos t\u00eam seu papel reconhecido para evitar acidentes ou mesmo diminuir a gravidade dos ferimentos e at\u00e9 a letalidade. No entanto, pelo menos uma institui\u00e7\u00e3o pede cautela ao analisar a efic\u00e1cia dos sistemas em uso.<\/p>\n<p>O Instituto das Seguradoras para Seguran\u00e7a nas Estradas (IIHS, na sigla em ingl\u00eas) \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental ligada \u00e0s companhias de seguro nos EUA que faz seus pr\u00f3prios testes de colis\u00e3o e estuda as solu\u00e7\u00f5es mais modernas de seguran\u00e7a ativa e passiva. O pa\u00eds tem 265 milh\u00f5es de ve\u00edculos de quatro ou mais rodas em circula\u00e7\u00e3o, cinco vezes superior \u00e0 frota brasileira.<\/p>\n<p>David Harkey, presidente do IIHS, em encontro virtual no Congresso americano no come\u00e7o deste m\u00eas informou que o aviso de colis\u00e3o frontal e a frenagem autom\u00e1tica de emerg\u00eancia (AEB, em ingl\u00eas) reduzem os impactos em 27% e 50%, respectivamente. Acidentes com pedestres foram evitados em 27% dos casos.<\/p>\n<p>Os sistemas analisados de v\u00e1rias marcas eram do N\u00edvel 2 de automa\u00e7\u00e3o parcial atualmente no mercado. \u201cA pesquisa do IIHS apontou que em alguns casos podem aumentar o perigo nas estradas pois levam os motoristas \u00e0 complac\u00eancia ao volante. Os recursos atuais controlam a velocidade e at\u00e9 o volante, por\u00e9m s\u00e3o incapazes de lidar com todas as situa\u00e7\u00f5es de risco. Assim o motorista deve permanecer focado e pronto para assumir o comando o tempo todo. Em estudos observacionais, descobrimos que estes usu\u00e1rios tendem a dirigir mais r\u00e1pido, desviam o olhar da estrada com mais frequ\u00eancia e por per\u00edodos mais longos, al\u00e9m de se envolverem em comportamentos de maior distra\u00e7\u00e3o\u201d, disse Harkey.<\/p>\n<p>Por esse motivo, que aqui j\u00e1 comentei, alguns fabricantes estudam passar direto do atual N\u00edvel 2 para o N\u00edvel 4 de automa\u00e7\u00e3o avan\u00e7ada com a ajuda de IA (Intelig\u00eancia Artificial), descartando o N\u00edvel 3 de autonomia condicional. No N\u00edvel 4 nenhuma interven\u00e7\u00e3o do motorista \u00e9 mais necess\u00e1ria. Falta o consenso de quando isso se tornar\u00e1 poss\u00edvel e, principalmente, a que pre\u00e7o.<\/p>\n<p><strong><em>Ofensiva da CAOA como importadora Hyundai<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Dois produtos in\u00e9ditos ser\u00e3o importados da Coreia do Sul ainda este ano. O modelo mais atraente \u00e9 o crossover compacto Kona que ter\u00e1 vers\u00f5es h\u00edbrida e el\u00e9trica, al\u00e9m de dimens\u00f5es pr\u00f3ximas \u00e0s do Creta. A primeira oferece um motor a combust\u00e3o de 1,6 L e um el\u00e9trico que juntos entregam 141 cv e 27 kgf.m. O c\u00e2mbio \u00e9 automatizado de duas embreagens e seis marchas. Tamb\u00e9m h\u00e1 o Kona 100% el\u00e9trico com motor de 136 cv e categ\u00f3rico torque de 40,3 kgf.m. Principal diferen\u00e7a externa \u00e9 a dispensa da grade dianteira. Alcance m\u00e9dio padr\u00e3o Inmetro: 252 km. A CAOA ainda n\u00e3o definiu os pre\u00e7os, por\u00e9m ambos devem chegar ao mercado em julho.<\/p>\n<p>J\u00e1 o Ioniq h\u00edbrido, hoje oferecido apenas em regime de loca\u00e7\u00e3o, ter\u00e1 sua comercializa\u00e7\u00e3o aberta agora em mar\u00e7o. A mec\u00e2nica h\u00edbrida \u00e9 a mesma do Kona, mas se trata de um sed\u00e3 <em>liftback<\/em> de porte semelhante ao Corolla com um porta-malas de 443 litros (470 litros no modelo japon\u00eas).<\/p>\n<p>O grupo brasileiro tamb\u00e9m anunciou para 2024 a chegada do SUV grande Palisade com seus 4.980 mm de comprimento, 2.900 mm de entre-eixos e motor V-6 a gasolina de 3,8 L\/295 cv\/36,1 kgf.m. \u00c9 esperado ainda o Ioniq 5, um hatch 100% el\u00e9trico com motor traseiro. Para 2025, ainda sem confirma\u00e7\u00e3o, poder\u00e3o ser importados o Palisade h\u00edbrido e a quarta gera\u00e7\u00e3o do Tucson. Este mesmo modelo produzido na terceira gera\u00e7\u00e3o em An\u00e1polis (GO) receber\u00e1 retoques e far\u00f3is de LED.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Certamente os v\u00e1rios recursos de dire\u00e7\u00e3o semiaut\u00f4noma hoje oferecidos em grande parte dos autom\u00f3veis modernos t\u00eam seu papel reconhecido para evitar acidentes ou mesmo diminuir a gravidade dos ferimentos e&#8230; <a class=\"read-more-link\" href=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/coluna-fernando-calmon-surgem-duvidas-nos-eua-sobreeficacia-da-automacao-veicular\/\">Read more &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":87170,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[73,6010,48],"tags":[10658],"class_list":["post-87169","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-altaroda","category-colunas","category-noticias","tag-coluna-fernando-calmon"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87169","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=87169"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87169\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":87171,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87169\/revisions\/87171"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/87170"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=87169"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=87169"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=87169"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}