{"id":9564,"date":"2012-01-27T10:00:30","date_gmt":"2012-01-27T10:00:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/?p=9564"},"modified":"2012-01-27T10:00:30","modified_gmt":"2012-01-27T10:00:30","slug":"historias-a-bordo-de-um-classico-dirija-o-e-ame-o","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/historias-a-bordo-de-um-classico-dirija-o-e-ame-o\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3rias \u00e0 bordo de um cl\u00e1ssico &#8211; Dirija-o e Ame-o"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_9567\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Charger-RT-1975.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-9567\" class=\"size-full wp-image-9567\" title=\"Charger RT 1975\" src=\"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Charger-RT-1975.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"328\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9567\" class=\"wp-caption-text\">Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>O titulo da coluna desta semana j\u00e1 adianta o esp\u00edrito que cerca esse autom\u00f3vel, fruto de uma campanha publicit\u00e1ria de 1971 que trazia junto ao texto uma ma\u00e7a mordida algo que hoje em dia nos faz lembrar o famoso logotipo da Apple.<\/p>\n<p>O primeiro contato com o feroz ronco do motor V8 \u00e9 uma sensa\u00e7\u00e3o que nunca se esquece, ao girar a chave no luxuoso interior e sentir o forte torque dispon\u00edvel faz com que se transforme em um \u00edcone, dirigi-lo leva cada motorista a se apaixonar logo ao primeiro contato por ter esse poder em domar fera que est\u00e1 em suas m\u00e3os.<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Dodge-Gran-Coup%C3%A9.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-9570\" title=\"Dodge Gran Coup\u00e9\" src=\"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Dodge-Gran-Coup%C3%A9.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" \/><\/a><\/p>\n<p>A hist\u00f3ria da Dodge no Brasil come\u00e7a em 1967, quando a Chrysler adquiriu a Simca, assim sendo fez do principal produto da montadora francesa uma metamorfose, transformando-o no Esplanada. No ano seguinte o governo brasileiro a fim de estimular a industrializa\u00e7\u00e3o aprovou o investimento de 50 milh\u00f5es de d\u00f3lares para produ\u00e7\u00e3o dos caminh\u00f5es da americana Dodge parte deste investimento foi destinada para a produ\u00e7\u00e3o de um Sedan de luxo para concorrer com o sucesso da Ford, o Galaxie.<\/p>\n<p>A Chrysler fez as vezes e apresentou o Dart em 1969 o destaque ficava no poderoso propulsor V8 de 5.212\u00b3 que desenvolvia 198 cv e tinha acabamento \u00fanico neste primeiro ano de fabrica\u00e7\u00e3o. O interior como de costume na \u00e9poca, trazia bancos interessos, o vistoso painel chamava aten\u00e7\u00e3o dentro do habit\u00e1culo, trazendo uma serie de mostradores antes s\u00f3 vistos em autom\u00f3veis importados incluindo man\u00f4metro de \u00f3leo e volt\u00edmetro item hoje em dia inexistente em boa parte dos ve\u00edculos.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Dodge-Dart-SE.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-9569\" title=\"Dodge Dart SE\" src=\"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Dodge-Dart-SE.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" \/><\/a><\/p>\n<p>Mas a surpresa vinha nos detalhes, como uma luz espia no miolo da igni\u00e7\u00e3o ativado logo que se abrisse a porta e ap\u00f3s um minuto atrav\u00e9s de um timer se apagava, facilitando a introdu\u00e7\u00e3o da chave \u00e0 noite item bastante comum em autom\u00f3veis mais sofisticados. Surpresa tamb\u00e9m estava no acabamento que sofreu uma serie de reclama\u00e7\u00f5es junto ao excessivo ru\u00eddo al\u00e9m da m\u00e1 veda\u00e7\u00e3o contra poeira e \u00e1gua fazendo com que um numero reduzido de ve\u00edculos tenha sido vendido comercializado neste primeiro ano de produ\u00e7\u00e3o, mostrando-se raro hoje em dia.<br \/>\nMas enquanto o acabamento decepcionava, o poderoso motor n\u00e3o deixava a menor duvida aos compradores, esse era o autom\u00f3vel mais potente produzido em solo nacional, alcan\u00e7ando facilmente 180km-h al\u00e9m de ser mestre em ultrapassagens gra\u00e7as ao monstruoso torque de 41,5 mkgf respons\u00e1vel por deixar para tr\u00e1s boa parte da frota nacional na \u00e9poca. Mas os freios sofreram pesadas criticas, pois n\u00e3o correspondiam com o desempenho do Dart muito menos com seu peso.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Charger-RT-1973-II.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-9566\" title=\"Charger RT 1973 II\" src=\"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Charger-RT-1973-II.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" \/><\/a><\/p>\n<p>Come\u00e7ando bem a nova d\u00e9cada, 1970 j\u00e1 estava batendo a porta da e a Chrysler apresentou o Dodge Dart Coup\u00e9, um modelo que seguia basicamente o mesmo design da tradicional vers\u00e3o Sedan mas trazia a jovialidade das duas portas sem a coluna lateral fazendo dele um hard-top que al\u00e9m de deix\u00e1-lo mais desejado passou a oferecer dire\u00e7\u00e3o assistida facilitando a vida do publico alvo, neste caso os jovens endinheirados.O Sal\u00e3o de S\u00e3o Paulo de 1971 reservou as novidades mais quentes do momento, l\u00e1 estavam as vers\u00f5es mais nervosas o Charger LS e o aclamado RT que se transformaram nos autom\u00f3veis mais desejados da \u00e9poca. A Chrysler optou por batiz\u00e1-los com o mesmo nome da vers\u00e3o mais quente comercializada nos Estados Unidos, diferenciando assim a gama esportiva dos modelos de luxo.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a n\u00e3o ficava apenas na nomenclatura, a principal modifica\u00e7\u00e3o ficava na motoriza\u00e7\u00e3o, modifica\u00e7\u00f5es foram feitas dentro do mesmo bloco usado no Dart para que fosse poss\u00edvel extrair ainda mais potencia, assim os engenheiros da Chrysler deixaram o Charger R-T com 215cv de potencia e se tornou o autom\u00f3vel mais r\u00e1pido j\u00e1 fabricado no Brasil, atingindo 190kmh, j\u00e1 o Charger LS manteve a esportividade com 205cv de potencia deixando a Chrysler no topo dos autom\u00f3veis mais velozes e desejados por boa parcela da popula\u00e7\u00e3o na \u00e9poca. O design era puramente ex\u00f3tico, a grade dianteira inteiri\u00e7a trazia far\u00f3is ocultos atr\u00e1s dela fazendo deles \u00edcones dos esportivos nacionais.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Dodge-Charger-1971-II.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-9568\" title=\"Dodge Charger 1971 II\" src=\"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Dodge-Charger-1971-II.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" \/><\/a><\/p>\n<p>O pacote de itens de s\u00e9rie era distinto entre ambas as vers\u00f5es, a LS se mostrava mais luxuosa sem perder a esportividade, o interior mantinha a sobriedade\u00a0 bancos inteirissos assim como no Dart Coup\u00e9 e utilizava o mesmo painel e mantinha o cambio manual de tr\u00eas marchas, mas opcionalmente podia ser equipado com bancos individuais separados por um console al\u00e9m do cambio autom\u00e1tico Torqueflite de tr\u00eas velocidades, ar condicionado e dire\u00e7\u00e3o hidr\u00e1ulica faziam parte do pacote de opcionais.<\/p>\n<p>J\u00e1 o R-T, a topo da linha dos esportivos trazia bancos individuais com o console, cambio manual de quatro marchas no assoalho, freios a disco dianteiros\u00a0 e conta giros. O exterior, trazia o teto de vinil preto assim como o LS mas acrescentava as faixas pretas na lateral que percorria toda a parte superior da lateral al\u00e9m das travas externas do motor.<\/p>\n<p>A gama vinha crescendo cada vez mais, a Chrysler S.A do Brasil apresentou duas novas vers\u00f5es do Dart \u00e0 SE, aquela para quem n\u00e3o queria passar dos 30, mil cruzeiros como foi destacado pela forte campanha publicit\u00e1ria na \u00e9poca\u00a0 e o luxuoso Gran Sedan, que ficava bem acima deste pre\u00e7o.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Teste-de-Infiltra%C3%A7%C3%A3o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-9565\" title=\"Teste de Infiltra\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/www.carpointnews.com.br\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/Teste-de-Infiltra%C3%A7%C3%A3o.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"322\" \/><\/a><\/p>\n<p>Special Edition era a vers\u00e3o b\u00e1sica do Dart Coup\u00e9, focada no publico jovem que n\u00e3o se preocupava com o luxo do tradiconal Coup\u00e9 mas queria a mesma potencia do modelo tradicional, com leve apelo esportivo chamava aten\u00e7\u00e3o pela grade fosca aonde s\u00f3 eram vistos os dois far\u00f3is. Assim como no Charger RT, duas faixas percorriam a lateral do SE assim como no interior, os bancos individuais e o cambio no assoalho seguiam o padr\u00e3o do esportivo.<\/p>\n<p>O Gran Sedan pelo contr\u00e1rio, esbanjava do luxo e maximo requinte para disputar mercado com o luxuoso Galaxie LTD . Para isso, trazia um visual bastante comportado, composto por calotas integrais,faixas brancas e teto de vinil al\u00e9m dos curiosos repetidores de pisca no cap\u00f4. O interior mostrava que o Dodge poderia brigar com o LTD, volante com centro acolchoado,\u00a0 painel revestido com imita\u00e7\u00e3o de cerejeira e um caprichado revestimento nos bancos que demonstravam ainda mais luxo.<\/p>\n<p>O ano de 1973 revelaria a nova identidade do Charger LS e RT que deixariam a dianteira ainda mais agressiva, gra\u00e7as a grade dianteira que agora era dividida trazendo o emblema da montadora no centro mas mantendo os far\u00f3is do tipo sealed-beam escondidos pela grade dianteira que agora contavam com dois de cada lado mas agora com luzes de seta entre eles.O cap\u00f4 do RT mostrava a agressividade atrav\u00e9s das falsas tomadas de ar posicionadas nas extremidades bem acima dos cilindros do motor bastante parecidos com a vers\u00e3o americana vendida no mesmo ano que exalavam agressividade.<\/p>\n<p>O LS tamb\u00e9m adotou a nova identidade, mas manteve o ar sereno se comparado ao RT principalmente no exterior que se manteve bastante parecido com o anterior. O interior por sua vez, ficou id\u00eantico ao do RT que agora contavam com painel imitando cerejeira, assim como no luxuoso Gran Sedan que mostravam a sofistica\u00e7\u00e3o dos esportivos junto aos novos bancos que se mantinham individuais, mas foram redesenhados para melhor acomodar os passageiros<\/p>\n<p>A motoriza\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi modificada, permanecendo o poderoso motor 318 V8 que rendia 205 cv para o LS e 215 no RT respectivamente, mantendo o cambio de quatro marchas manual para ambas as vers\u00f5es com o opcional do autom\u00e1tico de tr\u00eas. Como na reportagem de novembro de 1972 da Revista Quatro Rodas\u00a0 destacava \u201c<em><strong>Apesar de suas caracter\u00edstica de carro veloz, feito para grande desempenho, o Charger pode ser guiado com facilidade no transito da cidade. Por isso, as vezes ele parece n\u00e3o ter necessidade das quatro marchas: pode-se sair normalmente em segunda e engatar depois a quarta, sem que ele trepide, exatamente porque o motor tem muita for\u00e7a<\/strong><\/em>\u201d<\/p>\n<p>Com as vendas subindo cada vez mais, Ford e Chevrolet se sentiram amea\u00e7adas, lan\u00e7ando o Maverick GT e o Opala SS para tentar abocanhar uma fatia deste mercado em ascens\u00e3o. O \u00danico que podia fazer frente ao RT era o Maverick GT, que era equipado com o poderoso motor V8 que desenvolvia 199cv e brigava diretamente com o Charger, mas no final do ano a crise do petr\u00f3leo abalou fortemente o mercado dos autom\u00f3veis mais potentes, para driblar a crise e a baixa nas vendas a Chrysler disponibilizou o inovador Fuel Pacer System, um dispositivo que acionava os repetidores de luzes de dire\u00e7\u00e3o dos p\u00e1ra-lamas dianteiros afim de alertar o motorista sempre que o pedal do acelerador era pressionado com mais for\u00e7a, mas era apenas um sistema opcional que alertava o motorista, n\u00e3o o impedia de continuar acelarando.<\/p>\n<p>Em 1975 o Dart Coup\u00e9 e o Gran Sedan incorporavam a identidade visual j\u00e1 imposta pela divis\u00e3o esportiva, mas com um tom muito mais comportado outra novidade era a igni\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica que mantinha o sistema regulado e um melhor desempenho. Um ano depois, a Chrysler deixaria de oferecer no mercado o Dart SE, o Grand Coup\u00e9 e o Charger LS. O Charger RT passou a contar com uma taxa de compress\u00e3o igual ao dos modelos mais \u201ccaretas\u201d\u00a0 para que pudesse usar a tradicional gasolina amarela, mais barata do que a exclusiva gasolina azul mas com isso o desempenho n\u00e3o seria mais o mesmo e o fim estava pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>Em 1978 o esportivo perdia as falsas tomadas de ar no cap\u00f4 e o teto de vinil era limitado apenas para a parte traseira da carroceria, boa parte disso deixou o Charger RT mais comportado perdendo boa parte da esportividade para manter a economia de combust\u00edvel e manter uma m\u00e9dia de vendas, o fim da cl\u00e1ssica gera\u00e7\u00e3o do Charger RT chegou em 1979 com uma nova gera\u00e7\u00e3o e lan\u00e7amento de dois novos modelos, o Le Baron que substitu\u00eda o Dart,uma nova gera\u00e7\u00e3o do Dart Coup\u00e9 e o luxuoso Coup\u00e9 Magnum, a Chrysler incorporou o consagrado nome do esportivo na mesma carroceria do Dart Coup\u00e9 com pintura de dois tons que mais parecia um autom\u00f3vel de luxo do que um real esportivo.<\/p>\n<p>Toda a linha Dodge, com seu charme, conforto e esportividade deixou uma legi\u00e3o de f\u00e3s como eu, que no primeiro contato assim como o titulo da coluna me apaixonei por essa fera que foi a linha de modelos Dodge fabricados no Brasil, ao som de All Rigth Now da banda americana Free nos encontramos na pr\u00f3xima sexta.<\/p>\n<p><strong>Contatos do autor:<\/strong> J\u00fanior Almeida &#8211; junioralmeida91@hotmail.com &#8211;<a href=\"http:\/\/www.esporteautomotor.blogspot.com\" target=\"_blank\"> www.esporteautomotor.blogspot.com<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O titulo da coluna desta semana j\u00e1 adianta o esp\u00edrito que cerca esse autom\u00f3vel, fruto de uma campanha publicit\u00e1ria de 1971 que trazia junto ao texto uma ma\u00e7a mordida algo&#8230; <a class=\"read-more-link\" href=\"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/historias-a-bordo-de-um-classico-dirija-o-e-ame-o\/\">Read more &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":9567,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[121,48],"tags":[1776,1933,1823],"class_list":["post-9564","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-antigos-noticias","category-noticias","tag-dart","tag-dirija-o-e-ame-o","tag-historias-a-bordo-de-um-classico"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9564","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9564"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9564\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9564"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9564"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistatorque.com.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9564"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}