Avaliação – Mini Cooper One AT 1.6 2012

Fotos: Marcus Lauria

Não importa a versão nem o modelo de Mini Cooper que você dirija, pode ter certeza de uma coisa, você sempre será o centro das atenções no trânsito. Prova disto foi o Mini que avaliamos por uma semana, a versão de entrada da linha, o One com câmbio automático (existe ainda a versão com câmbio manual). Após longas negociações para o empréstimo do carro, fomos buscar o modelo na concessionária Caltabiano do Recreio, uma loja moderna e bem estruturada, que atualmente é a que mais vende Mini no Brasil.

O modelo que já é conhecido dos brasileiros é oferecido na versão mais acessível, para quem quer entrar para a marca dos simpáticos carrinhos britânicos. Considerado um carro de imagem, o pequeno inglesinho tem um design muito atraente. As linhas “retrô” são o destaque, e mostram certo apelo esportivo. Porém, a versão de entrada One, avaliada por cinco dias pelo site chega menos equipada que a Cooper Salt. A versão One foi apresentado no Brasil na edição 2011 da Casa Cor, em São Paulo e desde então vem conquistando espaço nas lojas da marca.

O Mini One tem o mesmo visual das outras versões, a não ser pelo desenho e tamanho das rodas de liga, antes aro 16 e agora 15, comparado ao Salt. Por dentro o modelo oferece o que há de bom e de melhor, trio elétrico, computador de bordo e acabamento de primeira. A BMW, dona da marca inglesa, não economizou e caprichou no recheio. Os bancos são de tecido, ao invés do tradicional couro de alta qualidade.

O volante revestido em couro deu lugar ao de plástico, mas de ótima empunhadura e bem macio. No caso do One, o volante perdeu também a tecla multifunção, que controlava o piloto automático e o sistema de som. O espaço traseiro é mínimo, ali só cabem duas crianças ou adultos de estatura baixa. Assim como seu porta-malas com capacidade para apenas 160 litros, suficiente para carregara malas pequenas ou mochilas.

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1 comment on “Avaliação – Mini Cooper One AT 1.6 2012

  1. Pardo

    Esse Mini Cooper é “acessível” entre aspas, mas enfim, esse, assim como todos os outros carros retrôs, é show de bola, aliás esse é o Mini Cooper para macho, diferente daquele Mini Cooper série especial preto com acabamento de Rolls Royce e caríssimo do post passado, que não é feio, mas muito feminino, falo isso pois a carroceria preta dele em contraste com o interior bege, automaticamente já me remeteu a uma bolsa de mulher de grife.

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